Dirigentes sindicais ressaltam a importância das bases para uma classe trabalhadora fortalecida

02/10/2017

 

O sindicalismo nasce nas bases, com a adesão da classe trabalhadora aos órgãos de representação dentro de suas regiões. Essa é a ideia principal discutida pela direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Asseio e Conservação (CONASCON) durante seu seminário nacional ocorrido nos dias 28 e 29 de setembro, em Brasília (DF).

“Entendemos que é essencial os sindicatos irem à luta com os trabalhadores, garantindo a filiação e a participação dos seus representados em todas as instâncias do sindicalismo. Em um segundo momento, essas entidades sindicais precisam estar filiadas às suas federações e principalmente à confederação, para que todos possamos fazer uma luta regionalizada e nacional em prol da classe trabalhadora”, afirmou Neucir Paskoski, Secretário Geral da CONASCON.

Para Henrique Fermiano, Diretor de Organização Sindical da CONASCON, a estrutura de composição dos trabalhadores começa nos sindicatos de base, que cumprem um papel inicial no local de trabalho, mas é complementada pela representação também em nível estadual e nacional. “Quando se tem um sindicato de base organizado, com o aval da federação e o papel estratégico da confederação, a gente acaba criando um elo único, vinculando o trabalho de base do cotidiano com as políticas nacionais”, explicou.

Os dois dirigentes colocam esse tipo de visão estratégica como um diferencial da CONASCON, que avalia todas as dificuldades locais de cada setor e região e traz os temas para o debate num âmbito nacional, dando visibilidade ao sindicalismo de base. “A nossa confederação nasceu dessa ideia de união entre todos os âmbitos de representação da classe trabalhadora, dando voz a quem mais precisa: o trabalhador e a trabalhadora que enfrentam as dificuldades do dia a dia. Eles são as peças fundamentais no crescimento saudável do nosso país”, finalizou Moacyr Pereira, presidente da CONASCON.    


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